A Yamaha NMAX 160 dita as regras na mobilidade urbana ao oferecer um câmbio automático muito suave e freios potentes contra os congestionamentos diários. Esse modelo japonês virou a escolha certeira de quem busca praticidade máxima para trabalhar hoje.
Primeiramente, a ausência de embreagem e alavanca de marchas elimina o cansaço do piloto nos corredores intermináveis do Brasil. Você só precisa girar a manopla do acelerador para o câmbio CVT empurrar a motoneta de forma linear. Além disso, o assento baixo ajuda pilotos de várias estaturas a apoiarem os pés no chão nos semáforos.
Consequentemente, o centro de gravidade rebaixado perto do assoalho deixa as manobras rápidas e as mudanças de direção bem leves. A scooter inclina nas esquinas com uma segurança invejável no asfalto quente. Isso passa confiança imediata para condutores novatos recém-saídos do Detran.
Scooter Yamaha NMAX 160 preta em ambiente urbano com freios ABS aparentes
Logo de cara, o vão livre espaçoso engole um capacete fechado grande e ainda sobra lugar para guardar capas de chuva pesadas. Essa excelente capacidade de carga afasta a necessidade de carregar mochilas estufadas nas costas durante o trajeto matinal. Como resultado, o condutor chega inteiro e sem dores à mesa do escritório corporativo.
Listamos os itens focados na praticidade extrema da carroceria japonesa.
O grande problema das scooters envolve as rodas pequenas e os amortecedores de curso curto que sofrem no asfalto esburacado brasileiro. A montadora calibrou a traseira da motoneta com firmeza, garantindo estabilidade alta em curvas rápidas. Contudo, essa rigidez transfere solavancos para a coluna do garupa, forçando o piloto a desviar de bueiros afundados.
Por outro lado, os freios equipados com sistema eletrônico ABS nas duas rodas salvam o dono de acidentes em dias de chuva. A tecnologia evita o travamento da roda dianteira e garante o controle total da máquina. Assim, o condutor não escorrega ao frear forte atrás de ônibus pesados no corredor.
A praticidade de não sujar o sapato trocando as marchas duras o tempo todo atrai profissionais exigentes para o mundo das scooters. O para-brisa curto de acrílico e a carenagem frontal também protegem muito bem as pernas contra o vento frio. Consequentemente, a calça do trabalho chega limpa e livre de respingos de poças de água barrenta.
Comparamos o modelo contra sua principal rival de vendas no mercado nacional.
| Scooter Automática | Sistema de Frenagem de Série | Preço Inicial Sugerido |
|---|---|---|
| Yamaha NMAX 160 | ABS nas duas rodas de série | R$ 20.990 |
| Honda PCX 160 CBS | Freios combinados (sem ABS) | R$ 16.800 |
| Honda PCX 160 ABS | ABS apenas na roda dianteira | R$ 18.440 |
Scooter Yamaha NMAX 160 preta em ambiente urbano com freios ABS aparentes
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As peças de carenagem custam caro em quedas bobas no estacionamento, exigindo muita atenção do condutor em manobras apertadas. Contudo, o motor de válvulas variáveis entrega quase 40 km/l na cidade, derrubando as visitas ao posto de gasolina drasticamente. A mecânica da fabricante mantém uma ótima reputação nas oficinas particulares desde que você realize as trocas de óleo no prazo.
O modelo prova o seu valor real ao resolver o estresse mental gerado pela lentidão das avenidas entupidas na hora do rush. Quem testa um modelo automático desses raramente sente vontade de apertar manetes de embreagem convencionais novamente. A troca de categoria significa um ganho absurdo de qualidade de vida para o piloto urbano de hoje.
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